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A mulher nota mil

Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias (Provérbios 31:10)

“Chayil” é o termo traduzido como “virtuosa”. Seu significado é excelência, resistência, habilidade, eficiência e força.
Esse verso do livro de Provérbios tornou-se a síntese da virtude cristã em forma feminina.
Diferentemente do ideal romântico, onde a mulher é vista como uma figura frágil, pudica e ingênua, a mulher admirada na Bíblia é cheia de força e sabedoria; vale mais do que um exército inteiro.

As mulheres de hoje são progressistas, ambiciosas, ativas e, em grande parte da sociedade, são elas que sustentam o seu lar.
Quando muitos homens abandonam o lar, a mulher exerce a função de provedora, mãe, educadora e âncora emocional.
Dentro do casamento, são elas que podem influenciar positivamente seus maridos e, quando assim fazem, o homem é maravilhosamente afortunado, pois, melhor serem dois do que um, afinal o cordão de três dobras não se parte facilmente.
Na sociedade machista que se extingue a cada dia, a mulher virtuosa era vista como se fosse arrogante, mandona, petulante. Porém, nos nossos dias, mais do que nunca mulheres assim são necessárias.

É importante que se diga que a mulher virtuosa não deixou de ser uma dama. Muito pelo contrário, sua modernidade não subtraiu sua sensibilidade e, tampouco, sua bondade. No entanto, sua força é tão imprescindível ao lar que, basta estar ausente para que uma lacuna monumental seja sentida.

Tenho a felicidade de ter tido uma mãe virtuosa e, hoje, estar casado com Lylian, igualmente virtuosa, que me deu uma filha semelhante a ela.

Há alguns anos, Lylian foi a Salvador pregar num Congresso de Mulheres. Viajou numa quinta-feira e voltou no domingo. Senti-me perdido, vazio, incompleto.
Por isso, por meio desse texto, homenageio as mulheres virtuosas: jovens, maduras, letradas, analfabetas, ricas e modestas. Todas imprescindíveis para nós, homens afortunados de tê-las em nossas vidas.

Por Lamartine Posella

Urgente, o apocalipse está aí!
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