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Perdoa as nossas dívidas

Conta-se que Dawn Smith Jordan aprendeu sobre o perdão da maneira mais dura possível. Em 1985, sua irmã Sherrie, de dezessete anos, foi raptada e brutalmente assassinada. Quando o corpo dela foi achado, ele começou a receber telefonemas do assassino, que descrevia maldosamente os detalhes de como ele a matou. Algum tempo depois, o assassino foi preso e condenado à morte. Dawn acreditou que a história havia chegado ao fim. Engano seu, pois, alguns anos depois, eles receberam uma carta do assassino, revelando que havia se convertido ao cristianismo. Nesta carta, o homem escrevia: “- Vocês podem me perdoar por aquilo que eu fiz?”

Coloque-se no lugar deles…
Em qual situação o perdão se torna muito árduo?

A verdade é que Jesus sabia que a necessidade de perdoar era algo presente em nosso dia a dia. Por isso, para colocar as coisas na perspectiva correta, ele afirma que se queremos graça para sermos perdoados, precisamos viver na mesma graça, e perdoar aos nossos devedores. Não podemos desejar um tratamento de misericórdia, ao mesmo tempo que tratamos aos outros com o rigor da lei.

Que preço Deus pagou para nos perdoar? A morte do seu filho Jesus. Que preço nós pagamos para perdoar os outros. Eu acredito que pessoas incapazes de perdoar não são felizes. Ao contrário, estão tão presas ao passado que não conseguem usufruir das alegrias do presente e, tampouco, conseguem ter esperança no futuro que virá.

Pedro perguntou a Jesus se perdoar sete vezes uma pessoa seria suficiente. Jesus replicou, dizendo que o padrão que Deus espera é que perdoemos setenta vezes sete. Em outras palavras, Deus espera que perdoemos sempre, e em todo tempo. Quem são as pessoas que temos mais facilidade de perdoar? E quais são aquelas mais difíceis? Ainda que eu tenha minhas convicções a esse respeito, não vou responder. Espero que você reflita sobre isso, e que consiga seguir adiante!

Por Lamartine Posella

E não nos deixe cair em tentação
O pão nosso de cada dia nos dá-nos hoje

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