Geral

Pós-Modernismo

Ouvi o grande filósofo Ravi Zacharias usando uma explicação ótima sobre o pós-modernismo. Conta-se que dois velejadores australianos chegaram em Londres e entraram num daqueles famosos pubs. Beberam a noite toda, e quase pela manhã, saíram bêbados e desorientados por causa da forte neblina que cobria a cidade.

Ao verem um guarda chegando, perguntaram-lhe:
“Você sabe onde estamos”?
O guarda, percebendo que eles estavam bêbados, respondeu indignado:
“Vocês sabem quem eu sou”?
Foi, então, que um dos bêbados falou com o outro:
“A situação está preta. Não sabemos onde estamos, e esse homem para quem perguntamos não sabe quem ele é”.

O homem pós-moderno enfrenta dilemas como esse. O que é ser homem? Qual a finalidade da nossa existência? Num mundo onde tudo é relativo e nada é absoluto, perde-se a essência de quem somos e a razão da nossa existência.

Nesta existência pós-moderna, duvida-se da própria origem e questiona-se o destino. Por isso, por mais que os homens procurem acreditar que o prazer é o objetivo final da nossa existência, depois de muito experimentar, o que sobra é um vazio existencial enorme.

Graças a Deus pela convicção que temos, somente Jesus pode aliviar a alma humana da nulidade existencial. Ele é a nossa origem e o nosso destino; o nosso Alfa e o nosso Ômega. Nele existimos, nele nos tornamos plenos e para Ele todos iremos.

Por Lamartine Posella

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